quinta-feira, 12 de julho de 2012
sábado, 7 de maio de 2011
Sobre café e blogs, ou: "Como o amor tudo perdoa."
O maridão, que é classificador e degustador, acaba de lançar um blog sobre café e cultura, o cafezinho et al*.
Esposa apaixonada que sou, claro que não me furtei a colaborar com o design. Até porque, se depender de know-how sobre rubiáceas, o moço não poderá contar muito com a cara-metade: sempre preferi meus espressos cariocas e com adoçante (café aguado e doce, segundo já me instruiu um "passarinho", configura um verdadeiro pecado capital dentro do meio cafeeiro culto), e isso não parece em vias de mudar.
Meu lado nerd me garante, com uma convicção fincada em anos de conhecimentos adquiridos na ficção-científica, que certamente existe algum universo paralelo, por aí, no qual essa minha imperdoável faux pas será motivo para divórcio por "incompatibilidade de gênios".
Neste aqui, felizmente, o amor é lindo.
Leiam o cafezinho, a torra é boa!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Desabafo
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| © Tord Boontje para Artecnica |
Se a figura do "demônio" tem alguma sombra de verdade além da metafórica, tenho certeza de que ela se manifesta não em criaturinhas místicas com chifres, rabos e tridentes, mas em seres humanos de carne e osso.
Certas pessoas são verdadeiras representantes do Mal na Terra e parecem ter vindo ao mundo apenas para vampirizar, espezinhar e levar à desgraça qualquer pobre coitado que tenha o infortúnio de atravessar seu caminho. É gente vazia de identidade, que suga sem retribuir, que desconhece o significado da caridade e da tolerância, que julga outrém sem atentar para o próprio telhado de vidro e que não descansa enquanto não consegue fazer em pedacinhos microscópicos tudo o que haja de bom, digno e decente à sua volta.
Infelizmente, tive o desprazer de conviver com uma dessas pessoas, que se fazia de amiga, durante um bom tempo e, por pura inocência e boa vontade, demorei a perceber (ou a admitir) sua verdadeira face. Me livrei (não sem algumas feridas que deixaram cicatrizes), mas o Mal tem longos tentáculos e os efeitos nefastos desse arremedo de ser "vivo" afetam-me até hoje.
Essa pessoa desprezível causou-me perdas nos níveis afetivo e social, além de ter prejudicado pessoas que amo, mas o pior, creio, foi ter conseguido trazer à tona aquilo que tenho de mais torpe em mim mesma – porque alcançou sucesso em fazer-me querer mal a alguém e desejar a sua infelicidade.
Confesso que, de quando em vez, sofro de "espasmos" de crueldade durante os quais imagino como seria bom não ser gente de bem, e permitir-me retribuir com toda a força e conhecimento de causa de que sou capaz. Nesses momentos fulgidios, pergunto-me qual seria o gosto da vingança e imagino a supresa da criatura ao perceber que seu "poder" não é infinito e que sua máscara, construída de cera e plumas tal qual as asas de Ícaro, também derrete sob o calor do Sol.
Mas, não... Nunca me rebaixarei à tanto. A minha dignidade, ninguém jamais tomará.
Então percebo que a vitória, no final das contas, pertence a mim. Porque as cicatrizes atenuarão, minha vida seguirá em frente e o mal que me foi causado, mais breve do que tardiamente, tornar-se-há mera lembrança daquela "fase" ruim que, apesar das lágrimas, tornou-me um indivíduo melhor.
E a grande ironia, talvez prova de uma "justiça maior" (ou, quiçá, da fúria das eríneas), é que meu algoz, desgraçado que é, está fadado a viver na miserável companhia de si mesmo pelo resto de seus dias.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Vamos assinar? Os gatinhos agradecem!
Os gatinhos do Campo de Santana estão sofrendo devido ao descaso. Sua assinatura pode mudar o destino desses animais e ajudar a proteger um dos últimos refúgios para os felinos abandonados do Rio de Janeiro.
Vamos colaborar?
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Adeus, minha velhinha...
Ontem à noite, foi-se minha Drielzinha, aos oito anos e meio de idade. Uma vida longa, em termos de ferret – mais ou menos o equivalente a um cão que viva uns 20 anos.
Acho que posso dizer que foi, também, uma vida feliz. Neste mundo no qual tantos animais são abandonados, maltratados e vivem de forma deplorável, Driel foi uma "princesinha" profundamente amada, protegida e que recebeu sempre tudo de melhor. Pode ter sido uma jornada árdua, às vezes, mas qualquer dificuldade sempre foi superada por tudo o que ela me oferecia em troca.
Os animais, afinal, sabem retribuir de um jeito que está além da capacidade de qualquer ser humano.
Driel foi uma típica compra por impulso. Era a menorzinha de um lote que havia acabado de chegar na pet shop (na verdade, até hoje ainda não encontrei ferret menor ) e conquistou meu coração ao me receber com lambeijinhos, quando a peguei no colo. Como, na época, eu já tinha dois ferrets novinhos – meus dois primeiros, de forma que ainda estava engatinhando como "mãe" de mustelídeos –, contei até dez, resisti e fui almoçar mas... incentivada por uma caipirinha, acabei voltando à loja, de onde saí com uma caixa de papelão cheia de furos (o então marido, por sinal, havia simpatizado mais com um outro peludo – grandalhão e meio desengonçado – que também acabou indo parar lá em casa menos de um mês depois).
Chamei-a de Galadriel; o nome não poderia ter sido mais bem escolhido porque, o que tinha de pequeninia, ela tinha de voluntariosa, teimosa e corajosa, tal qual a rainha dos elfos do universo d'O Senhor dos Anéis". Driel sabia se fazer presente e dava "corridas" até mesmo no irmão grandalhão, o Ludo.
Lá pros quatro ou cinco anos de idade, ela mastigou uns pedaços de uma barata que entrou em casa pela janela e acabou muito doente. Foram mais de seis meses de "perrengue" em quarentena, tratando um sério problema intestinal causado pela contaminação por dois tipos de verme, duas bactérias e um fungo que colocaram até o veterinário "de quatro". Mas, a menina se recuperou e seguiu sua vidinha, como se nada tivesse acontecido.
Ano passado, começaram os problemas para respirar. Radiografias e ultra revelaram um princípio de câncer linfático. Comecei a dar os remédios e Drielzinha não somente enfrentou tudo bravamente como se recuperou, sempre alerta, alegre e querendo atenção.
Mas o câncer e a idade, inevitavelmente, cobrariam seu preço.
Neste fim de semana Driel, finalmente, decidiu que era hora de partir e fez o que todo ferret faz nesses momentos: deitou-se quietinha no canto dela, parou de comer e beber e ficou pacientemente esperando que São Francisco viesse guiá-la em direção à ponte do arco-iris. Ferrets são mesmo assim: tão estóicos que chegam a desesperar.
Ontem, por volta das 21:30, ela partiu, auxiliada pelas mãos carinhosas dos doutores Rodrigo e Bianca, da clínica Espaço Pet, que são sempre uma fonte de carinho, força, compreensão e solidariedade, em momentos como esse. A decisão de ajudar um animalzinho a partir é triste, dura e difícil, mas eu não podia deixar que minha peludinha sofresse mais.
Driel sobreviveu a seus irmãos Frodo, Merlin, Ludo, Sleepy e Kiko. Viu todos irem embora e permaneceu sempre do meu lado, transmitindo-me energia para suportar a saudade. Também acompanhou meu divórcio e a chegada dos gatos Lu, Lilica, Phoenix e Bastet, da cachorrinha Kira e dos ferrets Friga, Gandalf e Titânia, além do começo do segundo casamento. Foram oito anos e meio um tanto tempestuosos para mim, cheio de mudanças pessoais e profissionais; mas sua presença foi uma constante, sempre me servindo de bússola e porto seguro.
Missão cumprida, filha. Espero que você, aí onde está, saiba quantas vezes você e seus irmãos salvaram-me a vida e me deram forças para continuar.
Nunca mais os lambeijinhos no nariz.
Nunca mais as mordidinhas pedindo atenção.
Nunca mais o rabinho arrepiado pelo cafuné no cangote.
Nunca mais o "có-có-có" de alegria a saltitar pela casa.
Adeus, minha pequena. Mamãe te ama.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
In love with my new toy
Os seguidores do Fuça de Ferret que forem "traças" inveteradas como eu (quase todos, pelo que sei) deverão "babar" por esse "presentinho" que ganhei no Natal ('inda por cima, com capinha de couro "oficial"!): são mais de 775,000 livros e periódicos ao alcance de um download, com 3G gratuito em quase qualquer lugar no planeta!
O mais difícil é controlar o ímpeto e não comprar a Amazon inteira de uma vez só...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Merry Christmas!
Eu já estava me contentando em deixar as Festas passarem em branco aqui no Fuça quando descobri, no Neatorama (site que é sempre uma caixinha de surpresas para quem é meio nerd e aprecia fatos curiosos e bichos), esse delicioso vídeo da Best Friends Animal Society. A entidade é norte-americana, mas a mensagem é universal: neste Natal, porque não fazer bem a um peludinho?
Quem não pode adotar sempre tem, como alternativa, ajudar – o pessoal da Adote um Gatinho, por exemplo, aceita doações.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Modo Mau Humor ON: Metrô Rio
A estação Botafogo do Metrô carioca parou de servir os cafezinhos (meio mornos e com pó de quinta categoria) que vinham sendo oferecidos desde a "inauguração" da obra recente.
Qualquer bom observador pode notar, claro, que o resultado da tal "obra" não passa de pura maquiagem; as paredes cheias de infiltrações e fungos continuam lá – apenas estão escondidas sob placas coloridas. O projeto da coisa toda, aliás, é de um mau gosto atroz que já começa nas entradas de geometria duvidosa e desnecessariamente irregular, posto que apresentam um efeito estético pavoroso, muito piorado quando visto de alguns ângulos. Por sinal, o suposto "modernismo" da decoração – uma tentativa tosca de emular um estilo geométrico à la Mondrian que só faz agredir os olhos, em toda a glória de sua palheta de cores semi-fosforecentes – simplesmente não combina com o que "sobrou" do decor anterior, destoando totalmente das pastilhinhas verde-sujo antiquadas que ainda restaram aqui e ali.
Pior foi o que fizeram em uma das entradas, que tem uma rampa descendente. Algum "especialista" responsável por essa comédia de erros resolveu, em determinado momento, encerar o piso de cerâmica lisa. Resultado: o povo começou a, literalmente, escorregar ladeira abaixo, e não foram poucas as vezes em que observei mulheres de salto alto obrigadas a exibir-se em uma dança cômica para não se estatelar no chão (eu mesma passei por isso umas duas vezes e me achei completamente ridícula em ambas). A "solução" encontrada para o problema? Atravessar o chão com riscas diagonais de material anti-derrapante amarelo (complementando lindamente o azul-verde-laranja das paredes) que, menos de um mês depois, já começavam a se desgastar em vários pontos.
Diante desse exemplo, o seguinte texto disponível no site do Metrô ganha ares de ironia:
"Pensando nisso, o Metrô Rio iniciou um aprofundado estudo no intuito de identificar obstáculos arquitetônicos existentes nas estações e em seus entornos. Com base nesse estudo, a empresa procurou tecnologias disponíveis que pudessem ser adaptadas à realidade de cada estação a fim de eliminar barreiras físicas, atendendo assim às necessidades de todos."
Alguns irão afirmar que isso tudo é apenas uma questão estética. Eu admito; certamente há quem ache esse estilo de "design" (até me doi usar essa palavra) de interiores bonito. Afinal, há gosto pra tudo.
Mas, enquanto isso, os serviços continuam na progressiva corrida descendente iniciada com a inauguração do novo sistema de linhas.
É simplesmente impossível adivinhar o que se passava na cabeça da criatura (ou associação de criaturas) que resolveu tornar a estação Botafogo um ponto de baldeação para a Pavuna. A estação perceptivelmente não tem área suficiente para comportar o novo volume de passageiros (principalmente nos horários de pico) e o que se vê, diariamente, é uma turba de gente se empurrando, para entrar no trem, que frequentemente ameaça virar balbúrdia ou até violência. A coisa toda, aliás, lembra muito aquelas cenas de faroeste no qual os vaqueiros "tocam" o gado pra dentro do curral... Na confusão para embarcar, fiofó de bêbado não tem dono e todos os gatos são lebres: vai todo mundo junto, seja velhinho, gente com criança de colo, cego, deficiente, empresário, madame ou trabalhador braçal. E o mesmo se repete onde quer que haja mudança de linha – na estação Central, principalmente, a única explicação para ninguém ainda ter caido nos trilhos é uma provável intervenção divina (Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do Brasil, deve bater ponto na Central, coitada).
E dá-lhe seguranças correndo pra lá e pra cá...
O que leva a uma outra triste constatação: nunca, em toda a sua história, o Metrô esteve tão sujo ou teve uma manutenção tão deficiente. Mais clientes significam, obviamente, uma produção de resíduos maior, assim como uma maior possibilidade de avarias nos equipamentos e materiais. Mas, qual a justificativa para que uma porta de passagem entre vagões (que deveria permanecer permanentemente fechada por motivos de segurança) permaneça com a fechadura quebrada durante mais de uma semana? E quanto aos vidros das janelas permanentemente emendados com fita adesiva? E os estofamentos dos assentos, originalmente coloridos, que assumiram uma cor quase fumê por conta da falta de limpeza? E o lixo no chão, meu Deus? Será que não dá pra varrer os vagões de vez em quando?
Isso sem contar os atrasos, as filas intermináveis para comprar bilhetes... Na estação Botafogo pós-reforma, aliás, há 8 máquinas de venda automática que viraram elemento decorativo, porque estão encostadas num canto, carecendo de instalação, já faz um bom tempo...
Escapa, da interminável lista de problemas, a cordialidade de alguns funcionários (uma bilheteira da Central que está sempre sorridente, um segurança da Siqueira Campos que não se furta a ajudar quem entra de bicicleta na estação). Entretanto, creio essa boa educação não é fruto de treinamento; essas pessoas seriam boa gente em qualquer lugar.
Ok, este é um post recheado de mau humor. Mas quem é obrigado a "usufruir" dos serviços do Metrô diariamente há de compreender que é um mau humor justificado, e não uma simples demonstração de ranhetice*.
* Por falar em ranhetice: devo ser muito obtusa mesmo, porquê não consigo captar porque tantas pessoas de idade, obviamente aposentadas, precisam saracotear pela rua durante os horários de pico, quando o volume de passageiros é maior e há menos lugares disponíveis. Claro que os velhinhos também têm o direito (de modo geral, adquirido e muito justificado) de passear e resolver problemas fora de casa. Mas, não seria melhor e mais confortável esperar todo mundo chegar no trabalho? De qualquer forma, enquanto tenho pernas funcionais, não me custa ceder o lugar a um idoso – desde que a criatura não me fuzile com um esgar de repreensão antes mesmo de saber se vou oferecê-lo. 'Inda outro dia, uma velhota até me deu um cutucão, acompanhado de um singelo "Deixa eu sentar aí!" (tadinha, de tão senil deve ter esquecido a educação...). Levantei "no susto" mas ela deveria ter incomodado mesmo o camarada sentado ao meu lado, na faixa dos 30 anos, claramente menos "cansado de guerra" do que eu e que – surpresa! – deu uma de "João sem braço" e fez que não viu nada. Definitivamente, devo ter cara de quem não gosta de viajar sentada (ou de otária), porque quase sempre acabo viajando de pé. E olhem que não ando com a coluna em muito bom estado...
E os cartazes repletos de auto-indulgência espalhados pelas paredes das estações continuam alardeando a qualidade dos serviços do Metrô... Eita, Brasil!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Meme dos 4
Esste meme me foi indicado pela Beth, do blog Noites em Claro, que não parece ter botado muita fé na minha chance de lhe dar atenção, já que acrescentou uma exclamação muuuuito "esperta" ao lado da minha indicação.
(risos)
Como sempre é bom surpreender os amigos (principalmente se for de forma positiva) e o meme é bacaninha, seguem as minhas respostas – e com acréscimos, porque estou me sentindo criativa!
TRABALHOS QUE JÁ FIZ
1. Designer gráfica
2. Desenhista e roteirista da revista O Menino Maluquinho, do Ziraldo.
3. Desenhista de storyboards para a Globograph, empresa de computação gráfica da Rede Globo
4. Layoutista de publicidade
(Ok, é tudo mais ou menos parecido, mas...)
LUGARES EM QUE VIVI
1. Rio de Janeiro
2. Tijuca
3. Botafogo
4. A barriga da minha mãe
PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTIA QUANDO CRIANÇA
1. O Globinho Supercolorido
2. A Princesa e o Cavaleiro (escondida da minha mãe, que achava anime uma coisa totalmente alienígena)
3. Vila Sésamo
4. Show do Moacyr Franco (e ainda queria me casar com ele!)
PROGRAMAS DE TV QUE ASSISTO AGORA (Porque criança eu ainda sou)
1. Supernatural
2. House
3. The Big Bang Theory
4. Doctor Who
QUATRO LUGARES EM QUE ESTIVE E VOLTARIA
1. Ferelden
2. A Grécia de God of War
3. Pulse
4. Silent Hill
(Estas respostas só os "iniciados" entenderão mas... Fazer o quê? Sou ligada em viagens virtuais...)
VIDEOGAMES PREFERIDOS
1. Dragon Age
2. God of War
3. Prince of Persia
4. Guitar Hero
QUATRO LUGARES EM QUE DESEJARIA ESTAR
1. Nova Iorque (sonho de consumo para a lua de mel)
2. Londres (com sério risco de não voltar...)
3. Cairo (apenas se pudesse enfrentar a claustrofobia e entrar numa pirâmide)
4. Qualquer planeta alienígena classe M com habitantes legais e discos voadores
FORMAS DIFERENTES COMO ME CHAMAM
1. Pata (apelido de infância!)
2. Pat Ferret (um "presente" das amigas da internet, que colou)
3. Medina
4. Vida (esse só uma pessoa pode usar...)
QUATRO COMIDAS FAVORITAS
1. Camarão ao alho e óleo com batata frita
2. Frango à cubana
3. Sushi
4. Sorvete de milho verde
QUATRO BEBIDAS FAVORITAS
1. Manhattan
2. Caipirinha de limão com gengibre e hortelã
3. Dry martini
4. Marguerita
(Eu não podia deixar de acrescentar esse item...)
QUATRO LIVROS DE CABECEIRA
1. O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien
2. Razão e Sensibilidade, de Jane Austen
3. Qualquer exemplar da série Discworld, de Terry Pratchet
4. Algum livro sobre animais de estimação
QUEM NÃO FALTA NO MEU IPOD
1. The Alan Parsons Project
2. Ella Fitzgerald
3. Sarah MacLachlan
4. Peter Gabriel
NÃO VIVO SEM
1. Meu amor
2. Minha cachorrinha
3. Meus gatos
4. Meus ferrets
ESPERO QUE ESTE ANO EU POSSA...
2010 já não dá para quase mais nada, não? Tudo o que espero mesmo é conseguir zerar as contas todas até o Natal. Já para o ano que vem, os planos são muuuuitos mas não vou contar, porque posso atrair o azar...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Eppur si muove*
Vida é movimento. Do microcosmo atômico ao eterno espiralar das galáxias, onde quer que haja uma centelha da Criação, há algo que se move e continua perpetuamente em mutação.
Peguei-me questionando, então, por que há tanta gente que se recusa a sair do lugar. Gente que teimosamente insiste em continuar sendo como sempre foi, sem nunca admitir que viver, realmente VIVER (em caixa alta e negrito!), é assumir que a mudança não somente é necessária, como inevitável.
Há muitas dessas pessoas que "não chovem nem molham" circulando por aí, escondidas na multidão.
Algumas seguem tão fechadas em seus mundinhos que parecem quase invisíveis; é gente digna de pena, cuja passagem pelo Planeta terá poucas consequências porque, ao mesmo tempo em que não fazem bem a ninguém (nem a si mesmas), também não fazem mal. O típico "Zé Ninguém" é, em sua essência, alguém que não muda nunca, por falta de vontade e esforço ou porque, na verdade, não tem mesmo nenhum conteúdo a ser usado como ponto de partida.
Mas o perigo existe. Ele mora nas pessoas que vivem tão ensimesmadas nas próprias "verdades" e "certezas" que, recusando-se a admitir sua própria falibilidade e a necessidade de mudar para melhorar, acabam invadindo o espaço de quem as cerca, negando-lhes o direito à divergência de opinião e ao livre arbítrio.
É gente que "acha" muito, mas pouco sabe. Que tece julgamentos com facilidade, a partir de informações falsas e/ou incompletas. Que se julga dona de todas as respostas, mesmo de questões sobre as quais pouco, ou nenhum, conhecimento tem. Que, na usura de manter-se como é, acaba aprisionada em um universo mitomaníaco auto-infligido ao qual, acreditam, a realidade deve se "moldar" de acordo com seu conforto e conveniência – mesmo às custas do prejuízo de outrém.
Aqueles que são assim podem, obviamente, causar muito estrago à vida alheia. Felizmente, em sua maioria, eventualmente acabam alienando até quem lhes devota carinho genuíno, e acabam na solidão. Pensando bem, também são criaturas merecedoras de compaixão porque, no fundo, têm tão pouco conteúdo quanto os "Zés Ninguém": apenas não admitem o próprio vazio interior e fazem "pose" para disfarçar quão inseguras são.
Quem sabe viver sempre dá boas vindas à mudança e, quando ela não vem, parte em sua busca. Viver é uma aventura cheia de perigos, mas nenhuma montanha russa, afinal, é divertida quando parada no chão.
Mesmo as mudanças que nos colocam em situações difíceis podem trazer dentro de si as sementes do aprendizado – e, ao aprendermos, é inevitável mudarmos para melhor. O "truque" está em ter a sutileza de perceber onde estão as pequenas lições que a vida nos dá e abraçá-las de peito aberto, sem medo das consequências.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Quinze coisas que eu não sei.
Ideia surrupiada do blog Noites em Claro, da Beth – que, por sua vez, a copiou de outro blog. A internet anda a passos largos (e tudo tem potencial para se transformar em meme)...
- Nadar. Ou entro n'água de boia, ou afundo como uma pedra; tenho certeza absoluta, aliás, de que morri afogada em alguma encarnação passada.
- Escrever, depois da recente Reforma Ortográfica. Hífens, acentos e afins tornaram-se um mistério indecifrável, assim como a origem da vida, para onde vamos após a morte ou o destino do Universo.
- Costurar. Quis aprender quando pequena, mas minha mãe – que sempre foi uma excelente costureira – não permitiu (sabe-se lá por quê). Agora, não sei nem pregar botão.
- Fazer tricô e crochê, embora uma tia velhinha minha, há muito falecida, tenha tentado me ensinar em diversas ocasiões. Os deuses da alta costura, definitivamente, me odeiam.
- Maltratar animais (o que já deve ser óbvio para quem acompanha este blog). Mas não teria qualquer pudor em dar uma boa sova em um ser humano, se achasse justo.
- Jogar xadrêz e pôquer. Tenho muita dificuldade com jogos que exijam raciocínio estratégico. Por sinal, também nunca aprendi a jogar War.
- Mentir, fingir ou dissimular. Minha falta de talento para isso, por sinal, aumenta em razão proporcional à gravidade da situação. Acho até que poderia ser atriz, mas daquelas bem canastronas...
- Gostar de novela. A única que acompanhei, meio paulatinamente, foi a versão original de Betty, a Feia, que me divertia pelo valor trash.
- Secar meu cabelo com secador. O resultado, para meu profundo desespero, nunca fica tão bacana quanto o do salão. Mas sou craque em maquiagem!
- Ser "política", principalmente quando isso me exige bajular quem não merece. O que já me causou alguns problemas mais ou menos sérios...
- Tomar café forte demais e sem adoçante. Os puristas ficam de cabelo em pé, mas...
- Andar de moto. Ainda.
- Gostar de viajar de avião, a não ser que me dêem uma dose tripla de scotch com Rivotril (ou uma marretada na cabeça). Mas entraria feliz na Enterprise...
- Ser leniente com gente preguiçosa, principalmente quando a preguiça é mental.
- Perdoar quem me comete uma injustiça. Já fui mais tolerante no passado mas acabei aprendendo, a duras penas, que as pessoas capazes de injustiçar jamais param na primeira tentativa. Agora, sou adepta do princípio escreveu, não leu, o pau comeu": quem não sabe me tratar com respeito, não merece reciprocidade; quem é legal comigo, em contrapartida, recebe de volta uma lealdade quase canina.
Fuças Cotidianas I
Série de fotos* de alto valor socioantropológico (e profundamente tragicômico), tiradas com o iPhone numa certa esquina de Copacabana.
* Os pudicos que me perdoem; até pensei em usar o Photoshop para "censurar" um tantinho as fotos, mas elas ficariam um borrão só...
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Gostosões e cachorrinhos!
* Na verdade, basta adicionar algum drinque com vodka pra equação ficar per-fei-ta!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Mais sobre a gripe suína
Com o avanço nas pesquisas sobre a atual pandemia, cabe fazer um update do meu post sobre a gripe suína em ferrets.
Dois estudos recentes, realizados nos EUA e na Holanda, demonstraram que o virus A(H1N1) não somente contamina ferrets como apresenta um potencial patogênico mais severo do que a gripe sazonal comum.
Enquanto a ação da gripe comum, de modo geral, restringe-se à cavidade nasal, o A(H1N1) replica-se extensivamente por todo o trato respiratório superior – incluindo traquéia, brônquios e bronquíolos – e, também, pelo sistema digestivo, motivo pelo qual causa sintomas incomuns como náusea, vômitos e perda de peso acelerada. E, embora os dados sobre a transmissibilidade entre ferrets ainda sejam inconclusivos, ela parece ocorrer tanto pelo ar como por contato.
Mais do que nunca, é importante reforçar os cuidados no trato dos peludinhos!
















