sábado, 11 de abril de 2009

 Fuças Memoráveis!

Eu não sei que bicho é esse (parece alguma espécie de lagarto, não?) 
nem quem é o autor da foto, surrupiada de um post no blog Chongas
Mas, a carinha do pequeno lembra tanto um Muppet, que merece registro...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

 What a jolly, jolly Easter...

 
Foto de autor desconhecido, retocada por essa cronista.

O Coelhinho da Páscoa, este ano, surgiu nas minhas paragens 
travestido de banshee e prenunciando (mais) más notícias. Certamente está de
conluio com Papai Noel, que me concedeu um péssimo último Natal.

Mas... sempre restam os ovos de chocolate.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

 Dúvida cruel

Foto © Adam Lyon

 Será que William Shakespeare 
também padecia de bloqueio de escritor?

terça-feira, 7 de abril de 2009

 A cara do dono!

Mais fofos como esse podem ser vistos no site 
Dogs Looking Like People (Cães parecendo gente).

sexta-feira, 3 de abril de 2009

 E os selinhos não param de chegar!


O selinho Este blog é uma jóia me foi passado pela Mai, do blog Quase diário. Sua origem é o blog Matheu's Tape e, não contente em ter suas regras, ele também vem acompanhado de uma tarefa extra.

Então, como dizia Jack, o Estripador, vamos por partes. Primeiro, cumprir as regras:
  1. Listar oito coisas que deseja fazer antes de morrer. Meio morbidozinho, isso, não?
  2. Convidar blogueiros amigos para também responder.
  3. Comentar no blog de quem fez o convite.
  4. Comentar no blog dos convidados.
Claro que está nos meus planos ainda fazer muuuuuuuita coisa antes de "bater as botas" mas, como a ordem é citar apenas oito, eis as primeiras que me vieram à cabeça:
  • Ver um OVNI (as regras especificam fazer uma lista de desejos – não que devem ser coisas possíveis!).
  • Acender um isqueiro embaixo de um sprinkler (é algo que sempre tive vontade de fazer, mas vou esperar chegar a uns 99 anos de idade para que a culpa recaia na senilidade!).
  • Visitar as pirâmides do Egito e, se for permitido, entrar em uma delas (é uma experiência pela qual enfrento até minha claustrofobia!).
  • Pintar meu cabelo todo de azul (já fiz mechas, mas não é a mesma coisa).
  • Escrever pelo menos um livro infanto-juvenil.
  • Fazer faculdade de veterinária.
  • Viver uns 500 anos. Pelo menos.
  • Virar vampiro. Ah, não... Isso eu só posso fazer depois de morrer... Saco! Ou não...
Agora, a tarefa: associar uma ideia (alguém mais está achando essa palavra "pelada" sem o acento agudo?...) a cada um dos sete "pecados capitais".

Antes de mais nada, preciso registrar que sou totalmente avessa à idéia de "pecado" – pelo menos, em termos tão absolutistas – porque acredito em fazer o bem e fazer o mal mas também sei que, entre o preto e o branco, há uma infinidade de tons de cinza. Além do que, a sensação de "culpa por antecipação" causada por uma lista como essa me desagrada profundamente: é como pesar os quilos engordados antes mesmo de comer a caixa de bombons!

Algum dia ainda vou escrever a respeito mas, por enquanto, o que tenho a dizer é:
  • Soberba, orgulho ou vaidade (o nome varia de acordo com a versão): deveria ser, no máximo, um "pecadilho", já que permitir-se um tanto de orgulho e auto-confiança pode ser algo positivo. Já ser fútil, nem tanto...
  • Inveja: sou partidária ferrenha da chamada "inveja branca", que nos leva a desejar ser como o outro, ou ter as mesmas coisas que ele tem, sem lhe querer mal. Essa é uma "inveja" saudável que pode nos dar estímulo para tentarmos ser mais, ou melhores, do que já somos. Imperdoável, para mim, é a inveja destrutiva.
  • Ira: Confesso-me totalmente vulnerável a esse pecado, porque seria capaz de matar, sem dó nem piedade, alguém que estivesse maltratando um animal. É devido a esse meu lado radical e "dado" a acessos de ira que não me envolvo com trabalhos de proteção...
  • Preguiça: Sou tão preguiçosa que procuro fazer logo tudo direito de prima, só para não ter que fazer de novo.
  • Avareza: Só sou avara no que diz respeito ao bem estar dos meus bichos: antes eles do que o próximo!... Até porque o "próximo" é gente e gente não costuma mesmo ser grande coisa. Fora isso, mi casa es su casa.
  • Gula: Como se já não bastasse engordar, ainda é um pecado capital. Protesto!
  • Luxúria: AFF! De repente me deu um calooooorrrrr! Pecado dos bons, esse... Ainda mais quando associado à gula... Sem contar que uma preguicinha, depois da luxúria, cai muito bem!...
Quanto às indicações... Já que estamos falando em preguiça... Vocês sabem quem são.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

 Causos de ferrets - I

Eis Merlin, em toda a sua glória (e língua).

O Fuça de Ferret 'tá mesmo ficando muito chique: já estou até recebendo "encomendas" de posts!

O Felipe, do blog Presente a limpo, me pediu algumas histórias de ferrets. Não podia ter-me solicitado uma pauta mais tranquila: esses peludinhos são experts contumazes na "Arte" de fazer "arte".

Um dos episódios mais antológicos aconteceu por conta de Merlin, o saudosos ferret marrom – ou, para usar a nomenclatura correta, "sable" – da foto que ilustra a barra lateral do Fuça. O pequeno era mesmo um azougue e vivia inventando novas traquinagens para aprontar, a ponto de eu e meu ex-marido o apelidarmos, carinhosamente, de Dr. Faz M****.

No começo (há uns bons 8 anos atrás) eram apenas os dois da foto, Merlin e Frodo. Naquela época, meus ferrets já ficavam soltos na área de serviço, com a porta da gaiola aberta para lhes garantir alguma liberdade, mas compartilhavam o espaço com um enorme – para as proporções de um ferret, principalmente – latão plástico de lixo.

Um belo dia, percebi que Merlin havia descoberto como escalar até o topo da gaiola e estava fazendo o latão de "ponte" até o tanque d'água. Fiquei preocupada, pois a faxineira o usava na limpeza da casa e algum detergente ou produto químico mais forte poderia deixar resíduos que, lambidos, certamente fariam mal ao pequeno.

O que fiz? Arrastei a lata para a extremidade oposta da área de serviço, bem longe do tanque, e tirei o problema da cabeça pois o considerei resolvido.

Uns dois dias depois, estava eu na cozinha, preparando um suco, e vejo Merlin subir na gaiola. Como sabia do que o peludim era capaz, resolvi observá-lo de longe e verificar como estava se adaptando às novas características de seu habitat.

O pequeno olhou para o tanque e olhou pro latão, lá do outro lado. Fez uns movimentos de cabeça, calculando a possibilidade de um salto e, demonstrando muito bom senso, desistiu. E, mais uma vez, olhou para o tanque e olhou pro latão com uma expressão, no rostinho, que eu só poderia chamar de "pensativa".

Foi então que, bem diante dos meus olhos, Merlin desceu da gaiola, foi até o latão (que, nesse dia, havia sido providencialmente esvaziado e estava muito mais leve do que de costume), o empurrou de volta para o lugar em que ficava anteriormente, subiu novamente na gaiola e entrou no tanque, exatamente como costumava fazer.

Diante de tamanha demonstração de superioridade intelectual, só me restava mesmo jogar a toalha e declarar a luta perdida por nocaute: no dia seguinte, a faxineira foi proibida de usar o tanque. Afinal de contas, minha casa tem banheira.

Fazer o quê?

Hoje, com quatro ferrets, o latão foi definitivamente expulso da área de serviço e se encontra... bem... no meio da cozinha (apartamento pequeno tem dessas coisas...). Vivo muito mais tranquila sabendo que sou EU quem divide espaço com o lixo: de certo que não é uma prática higiênica, mas me economiza em tranquilizantes.